2025/11/23
7:08
acordei, olhei o relógio, tipo 6 e pouco. Senti a natureza chamando, fui ao banheiro e sentei na dificuldade de me segurar e fiquei feliz - ? - ao me aliviar no vaso. um átimo, se pensar agora. mas a sensação é tão boa.
Agora escrevendo, escolho palavras - mais bonitas? mais poéticas? não aceito que eu conseguiria fazer isto. Nunca minha escrita foi um assunto. Criança tipo adolescente, a professsora do Gonçalves falou que eu ia participar de um evento do governo. De redação sobre José de Anchieta. Foram algumas etapas, não lembro muito, só que escrever a mesma coisa toda vez me chateava, mas acho que caprichava na letra... mas não lembro detalhes. Só lembro da etapa final, que não ganhei, mas houve algo como uma menção honrosa, Lembro só embaralhado o auditório, o Caetano de Campos e só.
E daí? Nada, nem sei porque lembro dessas coisas, mas estão ali. Ou aqui?
Se for descrever todas as lembranças que podem vir como estas, seria muita palavra escrita. Resumir nunca foi muito a minha, pelo contrario, gosto de dar mais detalhes. porque? não sei, só é assim.
7:27
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Veronica Paulics escreveu uma expressão bonita - "garrafas ao mar". Penso na mensagem contida, pois é um importante item, que mensagem levaria? A imaginação deriva de um lado a outro pensando nas garrafas e a mensagem contida - seria propaganda do Remo, amigo dela no FB.
E se fosse uma garrafa vazia? algo descartado após consumo. E também a imaginação deriva, solta para rumos meus, outros adquiridos e talvez um outro me ajude com novos rumos. A imaginação é minha, compartilhada. Não sei ainda compartilhar minha imaginação. Quero aprender. Garrafas com mensagens lançadas ao mar. Obrigado Veronica Paulics.
10:25
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